Julho 2011
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Ainda que o Drupal venha com tudo o que é necessário para a criação de um portal web, com um excelente sistema de gestão de conteúdo, alguns módulos adicionais tornam a vida de seus usuários muito…
Quando vamos desenvolver um portal com o Drupal, uma questão a considerar é onde o ambiente de produção estará hospedado. Tipicamente, mesmo que trabalhemos em uma plataforma que não seja o Linux,…
A empresa emailvision está divulgando através de um link patrocinado no Facebook o livro Social CRM for Dummies (Gestão de Relacionamento com Clientes em Redes Sociais para Estúpidos, em uma tradução livre), de autoria de Amita Paul e Johanna C. Nilsson. O livro é bem curtinho (68 páginas) e merece ser lido por todos aqueles responsáveis pelo bom relacionamento com os clientes de uma empresa - ou seja, todos os seus colaboradores. O quadro abaixo, traduzido do livro, mostra a evolução do relacionamento com clientes da forma clássica para a que usa as redes sociais como base:
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No primeiro dia em que acordei sóbrio descobri-me bêbado de você. A garrafa de conhaque vazia sombreava, na luz aparentemente matinal, as matizes que iluminavam teu corpo na penumbra da cortina. Tinhas um café, talvez misturado com outra bebida quente, em tua mão. A fumaça vinha da xícara ou de um cigarro que acabaras de acender. Em outros tempos eu questionaria: uma bebida, um cigarro àquela hora? Mas eu nem sabia que horas eram e, à luz que refletia teu corpo, tua sombra poderia beber café ou inalar ópio. O que eu via era tua sombra e, sóbrio, era só o que interessava.
Tua perna balançava a cortina permitindo, aqui e ali, um passeio da luz do dia pelo quarto. Agora, sóbrio, eu ignorava a invasão da luz e mirava o contorno fluido de teu joelho, unindo harmoniosamente tua coxa insidiosa à ousada batata da tua perna. Quando vieste em minha direção vi tudo em dobro, na sobriedade. De fato eram duas pernas, duas coxas, dois pés, um de cada vez aninhando-se como um filhote assustado debaixo do cobertor, entre minhas pernas, buscando calor e abrigo.
Sóbrio. Eram todos teus os exageros dos dias e noites e todos meus os cuidados. Eram meus os cuidados de quem ama alguém. Eram meus os cuidados de quem já não esteve sóbrio. O balde do teu lado da cama, o cobertor enrolando teus pés gelados e minha atenção e amor, toda a noite, presentes.
Sóbrio descobri-me bêbado de você sem nenhuma garrafa ao lado, apenas viciado em zelar por tua calma, teu sono, teu decanso.
Cesar Brod, julho de 2011
Quem aterrisou agora no planeta e quer saber um pouco mais sobre a Internet das Coisas, este paper de Debasis Bandyopadhyay e Jaydip Sen da Tata Consultancy Services é um excelente começo! Já em seu abstract os autores dizem:
O termo “Internet das Coisas” corresponde à visão de um futuro onde a Internet irá conectar coisas físicas que, através da rede, passarão a fornecer informações sobre si mesmas e sobre o lugar onde se encontram de maneira ativa. As coisas e pessoas terão acesso imediato a estas informações, atuando sobre elas com crescente aumente de eficiência e produtividade.
Lembro que no início dos anos 2000 participei de um projeto na Univates que consistia de um site com informações vindas diretas da estação meteorológica da instituição, publicadas pelo software livre Meteo. Um outro projeto da mesma época publicava, na web, a altura das águas do Rio Taquari através de uma série de linígrafos instalados em pontos estratégicos nas suas margens.
Não sei em que pé andam estes projetos, mas infelizmente parece que as informações que existiam até 2004 já não estão mais livremente disponíveis para o público (ao menos não na forma em que estavam naquela época). De qualquer forma, o que percebo é que a tecnologia necessária à prevenção de enchentes já faz parte da Internet das Coisas hoje, não é coisa de futuro. Com um pouco mais de vontade do poder público os impactos das enchentes aqui no Vale do Taquari e em muitas outras regiões do país poderiam ser muito menores.
“The phrase Internet of Things (IoT) heralds a vision of the future Internet where connecting physical things, from banknotes to bicycles, through a network will let them take an active part in the Internet, exchanging information about themselves and their surroundings. This will give…
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Por vezes minha mente emaranha-se em um um fervilhar de ideias e lembranças impossíveis de conter. Eu jamais falara a Liane sobre meus sentimentos. Doía-me o coração ao ver como ela e Nest olhavam um para o outro. Não sei se a causa desta dor era meu ciúme ou minha preocupação com a inquietação que Liane tinha quanto ao rapaz, que não assumia nada sério com ela e também não deixava de lhe dar esperanças.
Parte 8 | Parte 10 (em algum momento futuro)
Cesar Brod (a partir de originais de cerca de 1980)
Nota: Eu encontrei esta novela em minicapítulos que escrevi por volta de 1980 em uma limpeza nas velharias em casa. Reescrevi-a aqui de forma bem fiel à original, apenas fazendo pequenas correções de texto e estilo. Mas ela está escrita apenas até o capítulo 10, que deixei pela metade. Não lembro a razão deste abandono. Quando der tempo e vier a inspiração, continuo a história.
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Tien posicionou seu indicador no leitor e a luz verde indicou que seu padrão estava correto. A porta deslizante abriu rápida e silenciosamente e ele logo viu Liane recostada no balcão. Inesperadamente a imagem de um livro antigo passou pela sua mente. Romeu e Julieta, de Shakespeare, fora um dos primeiros que lera na biblioteca. Liane estava linda de azul, olhando para alguém sentado na mesa à sua frente. Com mais um passo adentro viu que era Nest, o contrabandista de narcóticos para a subestação espacial, o homem que matara seu irmão.
Cesar Brod (a partir de originais de cerca de 1980)