São Bernardo de Chartres gostava de dizer que se imaginava um anão sentado nos ombros de um gigante. Com isto, valorizava o conhecimento dos que, antes dele, haviam interpretado as profecias de Daniel e explicava como, de sua posição, ainda conseguia dar nova luz a elas. Este é o maior valor do conhecimento: podermos nos valer de uma base tão grande de bagagem cultural, aprendizagem de outros, para em cima desta base construir ainda mais. E é por isto que é importante que o conhecimento seja sempre livre, e que não esteja escondido por mecanismos artificiais como patentes e propriedades intelectuais que beneficiam a tão poucos.
por Cesar Brod